terça-feira, 5 de abril de 2011

Conteudo de um microcomputador

Você conhece a função das peças existentes no microcomputador? Segue as explicações das peças básicas para um micro.


Memória é um dispositivo que permite a um computador guardar dados, temporariamente ou permanentemente. De um modo geral os computadores encontram-se limitados nas quantidades de memória que podem conter. A esse limite chamado capacidade de expansão corresponde o valor máximo de memória que um sistema específico pode conter. Existem limitações quanto ao hardware e ao software.



Processador é um pequeno chip, que cabe na palma da mão. Podemos dizer que esse chip é o "cérebro" do computador. É ele que executa os programas, faz os cálculos e toma as decisões, com o auxílio dos dispositivos que compõem o computador (memória, placa de vídeo, disco rígido, etc.). Ele é o responsável por buscar e executar instruções presentes na memória do computador. As instruções (processos) que ele executa consistem em operações matemáticas e lógicas, além de operações de busca, leitura e gravação de dados. Um conjunto organizado de instruções forma um programa. Todas essas operações são executadas na linguagem de máquina.



Periféricos são aparelhos ou placas que enviam ou recebem informações do computador. o termo periférico aplica-se a qualquer equipamento acessório que seja conectado à CPU (unidade central de processamento). São exemplos de periféricos as impressoras, o scanner, leitores e ou gravadores de CDs e DVDs, leitores de cartões e disquetes, rato, teclado, webcams, dentre outros.

O termo periférico aplica-se a qualquer equipamento acessório que seja conectado à CPU. São exemplos as impressoras, o scanner, leitores e ou gravadores de CDs e DVDs, leitores de cartões, disquetes, teclado, dentre outros.

-Existem três tipos de periféricos: Os periféricos de entrada (enviam informação para o computador [teclado, mouse, scanner]);
Os periféricos de saída (transmitem informação do computador para o usuário [monitor, impressora, caixas acústicas);
E os periféricos mistos (enviam/recebem informação para/do computador [monitor touchscreen, cd's, dvd's, modens]. Muitos destes periféricos dependem de uma placa específica: no caso das caixas acústicas, a placa de som. Outros recursos são adicionados no computador através de placas próprias: é o caso da Internet, com placas de rede ou modem; TV através de uma placa de captura de vídeo, etc.



A fonte de alimentação converte a corrente alternada (AC) da sua casa em corrente contínua (DC), necessária para o funcionamento do seu computador. Em um computador, a fonte de alimentação é uma caixa de metal posicionada geralmente no canto do gabinete.



O gabinete é uma caixa, normalmente de metal, que aloja o computador. Existem vários padrões de gabinete no mercado, sendo que os mais comuns são AT e ATX. O formato do gabinete deve ser escolhido de acordo com o tipo de placa-mãe do micro.



A função da Placa Mãe é justamente criar meios para que o processador possa comunicar-se com todos estes componentes com a maior velocidade e confiabilidade possíveis. O HD, a memória, o teclado, o mouse, a placa de vídeo, enfim, praticamente todos os dispositivos, precisam ser conectados à placa-mãe para formar o computador.



HD (Hard Disk) é o dispositivo de armazenamento de dados mais usado nos computadores. Nele, é possível guardar não só seus arquivos como também todos os dados do seu sistema operacional, sem o qual você não conseguiria utilizar o computador.



Bom, ja deu prta ter uma noção do que é composto um computador ne? Por enquanto é só!! =)

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Entendendo um pouco de Banco de Dados.

Podemos entender por banco de dados qualquer sistema que reúna e mantenha organizada uma série de informações relacionadas a um determinado assunto em uma determinada ordem.A necessidade de armazenar, organizar e recuperar informações é crescente no mundo moderno e algumas das soluções encontradas para essas tarefas estão de tal maneira incorporadas ao nosso cotidiano que nem nos damos conta. É ocaso das listas telefônicas; dos fichários dos livros de uma biblioteca; das fichas dos funcionários de uma empresa



A apresentação dos dados geralmente é semelhante à de uma planilha eletrônica, porém os sistemas de gestão de bancos de dados possuem características especiais para o armazenamento, classificação, gestão da integridade e recuperação dos dados. Com a evolução de padrões de conectividade entre as tabelas de um banco de dados e programas desenvolvidos em linguagens como Java, Delphi, Visual Basic, C++, etc, a apresentação dos dados, bem como a navegação, passou a ser definida pelo programador ou o designer de aplicações. Como hoje em dia a maioria das linguagens de programação fazem ligações a bancos de dados, a apresentação destes tem ficado cada vez mais a critério dos meios de programação, fazendo com que os bancos de dados deixem de restringir-se às pesquisas básicas, dando lugar ao compartilhamento, em tempo real, de informações, mecanismos de busca inteligentes e permissividade de acesso hierarquizada.

Todos esses exemplos podem ser considerados precursores dos modernos banco de dados, pois cumprem basicamente as mesmas funções:
* Acrescentar novos dados.
* Localizar os dados armazenados anteriormente.
* Alterar dados ou apagar aqueles que não são mais úteis.
; dos cadastros de clientes de uma loja etc.

sábado, 2 de abril de 2011

Design Gráfico

Elementos básicos para um designer gráfico...



Geometrização
Deve-se privilegiar os pontos de visão direta e visão periférica com as informações principais da matéria. A fotografia tem uma grande importância no traçado geométrico de uma página. Os olhos das pessoas caminham pela página de acordo com a força visual de cada elemento apresentado na diagramação. Esse traçado geométrico feito, inconscientemente, pelos olhos transmite ao cérebro informações de caráter sinestésico, além de facilitar ou dificultar o entendimento geral.

Gestalt
O contraste entre "figura e fundo" do conjunto gráfico. O equilíbrio entre áreas com e sem informação deve ser bem observado. Esses espaços em branco funcionam como área de respiro para uma página ajudando o ritmo de leitura. Essas áreas de descanso visual devem ser usadas de acordo com a necessidade editorial de um assunto, além de representar os anseios estéticos de um determinado público. Faixa etária, sexo, nível social e cultural, além dos assuntos a serem abordados, podem indicar como essas áreas de respiro devem ser usadas, em que quantidade e onde.

Tipografia
A escolha tipográfica é de grande importância no resultado final de um impresso. Essa escolha pode ser a responsável pela falta de vontade de terminar a leitura de uma matéria. Algumas características gráficas das letras podem dificultar muito a leitura e, conseqüentemente, a assimilação do conteúdo.
Existe uma sinestesia tipológica que deveria ser pensada, analisada, pesquisada e usada. Infelizmente a preocupação com o conjunto tipográfico de uma publicação é uma questão pouco valorizada pela grande maioria dos impressos nacionais.

Cores
O uso das cores de forma errada pode fazer com que o leitor se interesse em primeiro lugar por uma matéria que não é tão importante. Deve-se observar não somente a cor que se deseja usar mas sua localização na página e quantos segundos de percepção são necessários para sua assimilação pelo cérebro, assim como, quanto tempo uma pessoa ficará com seus olhos fixos nela. Esses tempos são de grande importância e influenciam diretamente na comunicação visual e textual. Um detalhe colorido em uma fotografia pode destruir a linha de leitura de uma página caso essa imagem tenha sido posicionada sem levar em conta essas questões acima mencionadas.
Na grande maioria dos impressos atuais, principalmente os jornais diários, as cores são usadas como um elemento facilitador na localização das editorias, mas dificilmente os designers, diagramadores, criadores de projetos gráficos se preocupam, no momento de posicionar uma imagem, com o que as suas tonalidades são capazes de fazer com a seqüência de leitura e, principalmente, com o que aquela cor pode transmitir.
As cores, dentro do conjunto visual de uma página, deveriam ser mais um elemento a ajudar na seqüência de leitura desejada pelo editor. Mas essa também é outra questão pouco observada na mídia impressa nacional de um modo geral.

Equilíbrio
A assimetria ou simetria excessiva de uma página também pode afastar o interesse imediato e dificultar a leitura geral. O uso de uma diagramação simétrica é quase que um padrão nos impressos atuais e a assimetria é tida, muitas vezes, como erro ou desequilíbrio. Mais uma vez devia-se levar em conta o perfil gráfico do leitor para o qual a publicação está sendo editada e somente assim determinar se o simétrico é realmente o mais correto. Existem públicos com preferências estéticas totalmente assimétricas e que acabam não se identificando com uma diagramação excessivamente simétrica.

Essas são apenas algumas questões que devem ser observadas graficamente no momento da criação de um projeto gráfico e, posteriormente, na sua diagramação. A diferença entre as preferências visuais e até textuais dos diferentes tipos de público faz com que a segmentação da mídia impressa, mesmo no jornalismo diário, cresça cada vez mais. Essa segmentação do mercado editorial torna obrigatório o conhecimento de todos os meios de transmissão de comunicação gráfica, principalmente os que atingem seu público-alvo através de uma comunicação subliminar ou sinestésica, como as preferências por cores, tipos, formas gráficas, estilos etc.
É fato que, graficamente, o jornalismo brasileiro ainda tem muito que alcançar. Basta que algumas regras e padrões antigos sejam quebrados e reformulados de acordo com uma sociedade que busca uma informação cada vez mais aprofundada dentro de assuntos específicos.
A busca pela excelência da comunicação gráfica deve ser o objetivo dos novos profissionais da área. A comunicação subliminar e sinestésica, que podem ser transmitidas através de cores, tipos, formas gráficas e estilos, faz parte dessa busca. É o design invisível segmentado transmitindo informações para o favorecimento de uma perfeita comunicação editorial.